terça-feira, 14 de agosto de 2012

Por Obrigação de Sorrir


Semana passada não aguentei de curiosidade vendo os trailers de Katy Perry - Part Of Me 3D, e corri para o cinema às onze da manhã, sozinha é claro, porque nenhum ser humano acorda a essa hora em pleno domingo pra ir ao cinema (só pra igreja!).
Eu já sabia que o filme ia mexer comigo, sabia que eu pensaria muito nele depois que saísse do cinema. Filmes (bons) me fazem refletir, principalmente quando retratam uma história verídica, e é sobre isso que estou escrevendo hoje.
A parte do filme que não desgruda da minha cabeça, é no show de São Paulo (claro!). Todo mundo já sabe que ela recebeu o pedido de divórcio um pouco antes de o show começar, mas é quando ele começa que o bicho pega.
Ela olha para as paredes e parece que vai chorar, mas no minuto seguinte, ela olha para o assistente de palco, levanta a cabeça e sorri. Essa cena não sai da minha cabeça, porque até eu senti aquela agonia absurda de ter a obrigação de sorri quando ela só queria chorar. É daí que vem a ideia principal desse texto: Quantas de nós aguentariam sorrir durante horas enquanto nossas vidas desmoronam? Eu mesma não sei se conseguiria manter os lábios esticados para cima, porque se manter fisicamente de pé enquanto a alma desce ao chão, exige muita estrutura e equilíbrio. E mesmo assim ela o fez.
Por um milésimo de segundo eu cogitei a ideia de que talvez não tenha machucado tanto, mas as cenas mostram que ela o amava de verdade, com todas as forças.
Digo isso porque já ouvi muita garota comprometida, dizendo que não se entregaria por completo e não mostraria a intensidade de seus sentimentos para não sofrer tanto no fim do relacionamento. Ao meu ver, essa não é uma atitude de quem ama, é atitude de quem desconfia na seriedade dos sentimentos do outro. Sem contar que, um amor planejado não é bem aproveitado, porque deixamos de viver o presente com medo do que nos aguarda no futuro. É claro que pra quem se entrega a dor é maior, mas o amor também é mais bonito e o coração mais inocente.
Ela se entregou e amou de verdade, portanto, a única explicação que encontro para tanta força são os pés no chão. Ele era importante, a vida pessoal dela também, mas ali estavam milhares de pessoas com sua importância, e precisavam dela naquele instante. O resto teria que esperar.
Na minha opinião, a chance para se recuperar de um tombo desses, é reconhecer o valor de cada pessoa. Em nossas vidas várias pessoas nos fazem felizes, e quando uma delas se vai, só nos resta ser felizes com as que ficaram.
A moram desse filme só fortalece o significado de um ditado famoso: Tome cuidado com o que você deseja. Você pode acabar por conseguir (Scott Flanagan).

18 comentários:

  1. Ai é lindo o filme, ela foi mto forte e persistente neh?! Eu estava naquele show dela de São Paulo e NUNCA que pareceu que ela tava mal daquele jeito. Ela é uma artista e mega profissional, fez só eu gostar mais e mais dela.


    Obrigada por comentar no nosso blog, não deixe de nos visitar!
    Beijinhos, Nah.
    http://despacotedazur.blogspot.com.br

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  2. Há acabei de achar o teu bloguinho , e saiba que já viro um dos meus favoritos ;33 ,, não quero mais sair daquie rs'
    Já estou seguindo o blog se puder retribuir ficarei muito muito agradecida amore *,,*

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    bgs bgs katharine santos

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  3. Adorei o post , realmente essas coisas do coração são barra pesada rsrs'
    http://lcrazyforfashion.blogspot.com.br

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  4. Ainda não assisti ao filme,mas gostei da sua reflexão,ás vezes é melhor seguir em frente do que chorar,pois nem sempre alguém irá nos consolar.
    wolftheideia.blogspot.com.br

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  5. Estou louca pra assistir o filme dela, adoro o trabalho dela e a admiro bastante.
    Realmente é preciso de muito equilíbrio para manter em pé o corpo enquanto a alma desmorona. Mas quem sabe naquele momento, as pessoas que estavam lá na frente dela, talvez tenha até ajudado ela. Ás vezez é bom saber que mesmo sofrendo, ainda podemos fazer bem para alguém. E talvez naquele momento ela tenha percebido isso, que apesar de tudo o que estava acontecendo com ela, ela podia fazer a felicidade de muitas pessoas. :)
    Gostei muito do seu texto.

    Bjo, Nathy

    http://mmeninices.blogspot.com.br/

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  6. Não faz muito o meu estilo de filme, mas lendo isso que vc escreveu, me deu vontade. A curiosidade aumentou! hahaha
    beijos


    www.seminovando.com

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  7. Realmente, ter que sorrir numa situação dessas deve ter sido tenso, mas quando enfrentamos situações difíceis como essas é que descobrimos como somos fortes.
    Adorei o texto. Beijos
    http://www.trendtotal.com.br/

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  8. Tô querendo assistir, mas aqui no Rio tá complicado...Os horários são a maioria a tarde. Mas conseguirei, assim espero. Ela é um exemplo de pé no chão. Exemplo das guerreiras que mesmo com o coração em pedaços, sorriem e transmitem felicidade. Adorei, Beijos!

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    1. Sério que no Rio tá dificil? Aqui em SP tem todos os horários.

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  9. Não sou fã da Katy, mas assumo que me deu vontade de ver o filme de tanta gente falando!
    Bjos,
    Thá

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    1. Talvez depois do filme você comece a gostar do trabalho dela ;)

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